Nossa sala de aula!

Vamos publicar na Sala de aula da Lázara alguns artigos, direcionamentos, mensagens, discussões etc., meus e seus.

11 de setembro de 2011

TODAS - SOU FELIZ COM JESUS



Olá! Abaixo está um clássico da música protestante, uma afirmação de fé bíblica em Jesus. 
Leia e veja se, para você, isso é possível.


Se paz a mais doce me deres gozar,
Se dor a mais forte sefrer;
Oh, seja o que for, Tu me fazes saber
Que feliz com Jesus hei de estar.
Embora me assalte o cruel Satanás,
E ataque com vis tentações,
Oh, sim certo estou, mesmo em tais provações, Em Jesus acharei força e paz.
Sou feliz com Jesus!
Sou feliz com Jesus,
Meu Senhor!
Jesus meu Senhor, ao morrer sobre a cruz
Livrou-me da culpa e do mal;
Salvou-me Jesus, oh, mercê sem igual!
Sou feliz, hoje vivo na luz.

A vinda eu anseio do meu Salvador;
Em breve virá me buscar;
E então lá no céu vou pra sempre morar,
Com remidos na luz do Senhor. (Horatio G. Spafford)




Você acha impossível ser feliz na dor, na angústia, na tribuição? 
Então dê um clic no clip!




4 de setembro de 2011

A AUTORIDADE DO TEXTO DO NOVO TESTAMENTO

A AUTORIDADE DO TEXTO SAGRADO [1]

Wilbur (Dr. Gilberto) Norman Pickering, ThM PhD

A.  A importância da questão de autoridade (em si) para o ser humano: mercado de cosmovisões.
1.   Cosmovisão—a mola mestra; como você interpreta o mundo; fazer VS falar.
2.   Criação VS evolução—crentes acabrunhados, acovardados. A questão básica aqui é exatamente de cosmovisão; a visão bíblica é rejeitada.
a.   Evolução é cientificamente impossível—250 bits VS 1500 bits; probabilidade estatística; DNA de homem VS chimpanzé.
b.  A terra é jovem—campo magnético; arca de Noé; torre de Babel.

B.  A importância da autoridade do Texto Sagrado para a vida da Igreja e do crente.
1.   Oséias 4:6 (ver 4:1 e 6:6-7):
a.   “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento”.
b.  “Porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei como meu sacerdócio”!
c.   “Visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”!
2.   1 João 2:15-17:
a.   “Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”.
b.  “Pois tudo o que há no mundo . . . não é do Pai”.
c.   “Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”.
3.   João 8:31-32, 17:17:
a.   “Se permanecerdes na minha Palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos”.
b.  “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.
c.   “Santifica-os na verdade; a tua Palavra é a verdade”.
4.   Josué 1:8, Salmo 1:2-3, 119:105, 1 Pedro 2:2, etc.
5.   Apoc. 21:5—“verdadeiras e fieis” VS a idéia que a Bíblia não tem sentido certo.
6.   (Jer. 20:1-4 [Passur], Mal. 2:1-3,7, Jer. 23:14,17,22, Mat. 15:9, 23:2,13,15,33)

C. Seis disciplinas/áreas que afetam a autoridade da Bíblia:
1.   Inspiração (lado divino)—2 Tim. 3:16, o “fôlego de Deus”; o efeito que produz.
2.   Canonicidade (lado humano)—reconhecer a qualidade inerente; maior prova é a preservação.
3.   Preservação—1 Cron. 16:15 = Sl. 105:8, Sl. 119:89, Isa. 40:8, Mt. 5:18, Lc. 4:4, 16:17, 21:33, Jo. 10:35, 16:12-13, 1 Pd. 1:23-25.
a.   Deus afirma a preservação, só não diz como—temos que deduzir pelo que fez.
b.  Os diversos textos gregos (e versões a partir deles) representam respostas diferentes.
c.   As dúvidas levantadas (colchetes, notas maliciosas) solapam a autoridade.
d.  Resultados da crítica textual moderna:
1)   Uma colcha de retalhos.
2)   Uma crise de credibilidade.
3)   Erros e contradições importados ao texto “crítico”.
4.   Interpretação: hermenêutica à exegese: “A Bíblia é a única regra de fé e prática”—será??
a.   Quando igreja ordena pastor que não sabe interpretar a Bíblia, na verdade qual é a cosmovisão dela?
b.  E quando a palavra do pastor vale mais do que a Bíblia?
c.   “Auto-enganados” (Mt. 22:29)—não conhecem as Escrituras.
d.  “Doutrina de demônios” (1 Tim. 4:1)—quem não sabe interpretar é presa fácil.
e.   “Hermenêuticas” diversas.
1)   Liberal/marxista (pressupostos materialistas).
2)   Neo-ortodoxa (pressupostos humanistas).
3)   Relativismo cultural (também humanistas).
4)   Levar o Texto e o Autor a sério (respeitando as normas da linguagem).
5.   Doutrina da Igreja—deveria ser teologia sistemática bíblica, mas muitas vezes não é.
a.   Quando o pacote doutrinário da igreja vale mais que a Palavra: Isa. 29:11-13, “está selado” (o ‘pacote’ da denominação não permite [diz a liderança]), “não sei” (pessoa sem preparo [diz o povão]). Mt. 15:8-9 (Os. 5:11)—“Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.” Qual seria o valor verdadeiro desse tipo de culto?
b.  Quando se depende de tradução e não do Texto Original—os tradutores impõe suas próprias idéias teológicas à doutrina baseada em tradução falaz: Mt. 18:18, 1 Jo. 5:18, Heb. 2:14 “tem”, Mc. 16:18 “pegarão”, Hades/Sheol por “inferno”, 1 Cor. 11:10 “sinal”,   1 Tim. 3:11 “esposa”, Mc. 10:13-14 “de tais”, “como”, Jó 40:15 ‘beemote’, 41:1 ‘leviatã’.
c.   Quando uma igreja segue doutrina que não é bíblica, ela atenta contra a autoridade da Bíblia!  (“aceitar” Jesus, “possesso” de demônio, crente não pode ser “possesso”)
6.   Aplicação—quando crente/pastor peca conscientemente é porque o Texto falta autoridade para ele!
a.     Sacerdócio de cada crente.
b.   Deus não dá procuração a ninguém para dominar a consciência ou a fé de outrem                (Mt. 23:8-10), exatamente porque cada um deve adorar ‘em espírito e verdade’         (Jo. 4:24).

{NB:  Autoridade objetiva depende de sentido verificável.}

D.  A preservação do texto do N.T.
1.   As evidências históricas:
a.   Os próprios autores humanos sabiam que estavam escrevendo “Bíblia”.
b.  Seus colegas contemporâneos também reconheceram que estavam escrevendo “Bíblia”.
c.   Os líderes cristãos desde o 1º século usaram os escritos do NT como sendo “Bíblia”.
d.  Os escritos do NT eram lidos nas congregações desde o início, fatalmente havendo proliferação de cópias, e boas.
e.   Desde o início os crentes eram alertas e preocupados quanto à pureza do Texto.
f.   A região Egéia (Grécia e Ásia menor) detinha entre 18 e 24 dos 27 Autógrafos (Egito zero).
g.  Foi exatamente na área Egéia que a Igreja mais prosperou; ela se tornou o eixo da Igreja até  o 4º século (pelo menos).
h.   Foi também nessa área que a língua grega foi mais usada, e durante mais tempo, graças ao império bizantino (transmissão exata, só na língua original). (Aliás, na Providência Divina o império bizantino só acabou [1453] após a invenção da imprensa [a 1ª Bíblia impressa apareceu em 1456].)
i.    A Ásia menor foi caracterizada também for uma mentalidade conservadora quanto ao Texto Sagrado (‘Escola de Antioquia’).
j.    O Texto verdadeiro nunca se “perdeu”; foi garantido pela Igreja da região Egéia.
k.   Implicações da campanha de Diocleciano (303) e do movimento Donatista.
l.    Implicações do processo de transliteração do nono século.
m. Atualmente, 95% dos manuscritos gregos refletem uma tradição básica de transmissão do Texto, exatamente a tradição oriunda da região Egéia.
2.   Teorias diversas—avaliação.
a.     A teoria crítica W-H.
b.    A teoria “processo” (Kenyon, etc.).
c.     Ecletismo (quer ‘rigoroso’ ou ‘racionado’).
d.    Dois dos ‘três tipos de texto’ (von Soden, Sturz).
e.     Crítica-cânon (Childs, Letis).
f.     TR/KJV como tal.
g.    A teoria do Texto Majoritário.
3.   Implicações para a autoridade do Texto (de cada teoria).

E.  Avaliação e comparação (% da redação original) de textos gregos e versões (do NT) em  Português.

    100%  99,8%   99%  98%                                                                            92%         90%
    T.O.     H-F     P.C.   T.R.                                                                            SBU         W-H
            R-P                  IOG                                                                             N-A
        [WP]                    A.A.                             Corr.                               Atual, L.H.         Bras.
                                     Fiel                                                                   Viva,    P.T.
                                                                                                       NVI, Cont, Jer.
           
F.  Porque Deus permitiu esse estado de coisas?
1.   O propósito de Deus ao criar o ser humano.
2.   As regras do jogo que Deus coloca.
3.   Algumas analogias (relógios, medidas, álcool).

G.  Quatro tipos de problema que atingem a autoridade do Texto.
1.   Veneno—erros e contradições maliciosamente enxertados no Texto por eruditos de certo tipo (Ef. 2:2). Porque o “veneno”? Teoria de W-H (pressuposições, ataque tridente, conseqüências). [lista anexa 1]
2.   Dificuldades aparentes que realmente estão no Texto Original. [lista anexa 2]
3.   Onde o Texto é claro mas não gostamos do que diz e fazemos ginástica para contornar. [lista anexa 3]
4.   Nossa ignorância e limitação—“vasos de barro”.

H.  Princípios da sã interpretação—hermenêutica.
1.   A interpretação é uma; as aplicações podem ser várias (doutrina se baseia na interpretação,   nunca em aplicações). Distinguir rigorosamente entre as duas coisas.
2.   O princípio fundamental da comunicação é: tanto quem fala ou escreve como quem ouve ou lê, ambos têm que respeitar as normas da linguagem.

I.  O uso do V.T. no Novo (citações).
                        A:  N.T. = LXX = T.M. [Texto Massorético]        — 268
                        B:  LXX é mais perto do T.M. do que é o N.T.     —   50
                        C:  N.T. é mais perto do T.M. do que é o LXX     —   33
                        D:  N.T. = LXX ¹ T.M.                                          —   22
                        E:  N.T. ¹ LXX ¹ T.M.                                           —   13
                                                                                                           386 citações
       1.  A grande maioria das citações é literal, como poderíamos esperar.
       2.  Quando o N.T. cita o uso que alguém fez do V.T. (Estevão), então o problema é dessa pessoa.
3.   Às vezes o N.T. seque a LXX e a situação não exige corrigí-la (havendo divergência do T.M.).
4.   O Espírito Santo tinha o direito de dar aos Apóstolos interpretações do V.T. que não seriam óbvias a nós. Um Apóstolo debaixo da Inspiração teria prerrogativa que nós não temos.

                                                                                              Dr. Gilberto Pickering
                                                                                              Brasília, 31-12-2001


[1] Disponível no site do autor, ESGM, Dr. Gilberto Pickering, em: http://www.esgm.org/portugues/pmenu.html.

O CARÁTER HISTÓRICO DE ATOS DOS APÓSTOLOS