Espaço para a publicação de material promotor da relação ensino-aprendizagem.
Nossa sala de aula!
Vamos publicar na Sala de aula da Lázara alguns artigos, direcionamentos, mensagens, discussões etc., meus e seus.
24 de agosto de 2012
18 de agosto de 2012
SPBC - What a Wonderful World
Fonte: http://onomedasletras.blogspot.com.br
What a Wonderful World
I see trees of green, red roses too
I see them bloom for me and you
And I think to myself, what a wonderful world
I see skies so blue and clouds of white
The bright blessed days, the dark sacred night
And I think to myself, what a wonderful world
The colors of the rainbow, so pretty in the sky
Are also on the faces of people going by
I see friends shaking hands, saying, "how do you do?"
They're really saying, "I love you"
I hear babies cry, I watch them grow
They'll learn much more, than I'll never know
And I think to myself, what a wonderful world
Yes, I think to myself, what a wonderful world.
Que Mundo Maravilhoso
Eu vejo as árvores verdes, rosas vermelhas também
Eu as vejo florescer para mim e você
E eu penso comigo... que mundo maravilhoso
Eu vejo os céus tão azuis e as nuvens tão brancas
O brilho abençoado do dia, e a escuridão sagrada da noite
E eu penso comigo... que mundo maravilhoso
As cores do arco-íris, tão bonitas no céu
Estão também nos rostos das pessoas que se vão
Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: "como você vai?"
Eles realmente dizem: "eu te amo!"
Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer
Eles aprenderão muito mais que eu jamais saberei
E eu penso comigo... que mundo maravilhoso
Sim, eu penso comigo... que mundo maravilhoso.
13 de agosto de 2012
6 de agosto de 2012
SPBC - O PASSO A PASSO DA EXEGESE BÍBLICA
PASSOS INICIAIS PARA A EXEGESE EM TODOS OS GÊNEROS LITERÁRIOS BÍBLICOS
1) Estude o contexto histórico em geral
1.1) Leia todo o livro de uma só vez
1.1.1) Destinatários
1.1.2) Propósito
1.1.3) Ênfases especiais ou questões emergentes
1.1.4) Esboço anotado de todo o livro
1.2) Verifique suas observações por meio da comparação com a literatura secundária
1.2.1) Informações esquecidas
1.2.2) Refazer leitura
2) Confirme os limites da passagem
2.1) Compare a paragrafação nas duas principais edições críticas do NT grego NA e UBS4 com duas ou mais traduções modernas comoARA, NVI etc.
3) Domine completamente o parágrafo ou perícope em estudo
3.1) Faça uma tradução provisória
3.2) Faça uma lista provisória de dificuldades exegéticas
3.3) Leia todo o prágrafo em várias traduções
3.3.1) 7 traduções (ARC, ARA, NVI, ALMEIDA 21, BJ, NTLH, JUDAICO, TEB)
3.3.2) Coloração nas diferenças entre as traduções
3.3.3) Diferenças exegeticamente importantes
3.3.4) Identidade das diferenças: CT, Gramática, Lexicografia
4) Analise a estrutura das frases e as relações sintáticas
4.1) Fluxograma das frases
4.2) Diagrama das frases
5) Estabeleça o texto
5.1) Identificação
5.2) Documentação
5.3) Opção.
6) Analise a gramática
6.1) Dúvidas sobre a gramática
6.2) Leitura diferente de frase ou oração
6.3) Ambiguidades genuinas decorrentes de impossibilidade de interpretação precisa
6.4) Possíveis opções
7) Analise as palavras significativas
7.1) Etimologia
7.2) Diacronia
7.3) Sincronia
8) Pesquise o pano de fundo histórico-cultural
8.1) Significado de pessoas, lugares, eventos etc. mencionados na passagem
8.2) Ambiente sociocultural do autor e de seus leitores
8.3) Costumes e práticas do autor ou orador e de seus leitores ou ouvintes
8.4) Cosmovisão do autor e de seus leitores
8.5) Intertextualidade.
9) Investigue as questões históricas
10) Determine o contexto literário
11) Considere os contextos bíblicos e teológicos mais amplos
11.1) Funcionamento dogmático da passagem (ensinando ou transmitindo uma mensagem) na seção, no livro, na divisão, Testamento, Bíblia?
11.1.1) Comparação com outras passagens que tratam dos mesmos tipos de questões
11.1.2) Outros elementos das Escrituras que ajudam a torná-la compreensível
11.2) Funcionamento teológico com respeito a todo o corpus de revelação que compreende a teologia (dogmática) cristã
11.2.1) Relação com que doutrina ou passagem
11.2.2) Problemas, bênçãos, preocupações, segedos etc. sobre os quais a passagem tem algo a dizer
11.3) Conteúdo da passagem que promove soluções doutrinárias, conflitos etc.
12) Consulte a literatura secundária
12.1) Investigação do que outros disseram sobre a passagem
12.2) Comparação e ajustes
12.2.1) Onde o autor está mal-informado
12.2.2) Onde o autor está desinformado
12.2.3) Onde o autor é incoerente
12.2.4) Onde a abordagem do autor é incompleta
12.2.5) Onde o autor interpreta mal o texto devido a pressupostos falhos
12.2.6) Onde o autor faz contribuições valiosas para a disucssão em andamento
12.3) Aplicação das descobertas nos lugares pertinentes
13.4) Quando citar
13.5) Como usar notas
13) Faça uma tradução final
13.1) Anotações para explicar as escolhas de palavras que poderiam soar surpreendentes ou óbvias
13.2) Traduções possíveis de uma palavra ou frase importante
14) Escreva a monografia.
PASSOS ESPECÍFICOS PARA A EXEGESE DO GÊNERO LITERÁRIO ATOS (DOS APÓSTOLOS)
9) Investigue as questões históricas
10) Determine o contexto literário
Fonte: FEE, Gordon D. Manual de Exegese Bíblica. São Paulo: Vida Nova, 2008.
4 de agosto de 2012
SPBC - O ministro e seu Novo Testamento Grego
Olá,
turma de Grego 2 do Seminário Presbiteriano Brasil Central! Começaremos nossa
caminhada rumo à uma maior compreensão do grego do Novo Testamento nesta
segunda. Que tal, então, um exame da importância do Novo Testamento Grego para
o ministro do Evangelho?
Para
isso sugiro que cada um faça uma leitura preliminar do excelente artigo de J.
Gresham Machen, "O ministro e seu Novo Testamento grego" (para acessar
esse texto, basta clicar no título do artigo), a qual será discutida nesse
nosso primeiro encontro.
Qeo\n
ou)dei\j e(w/raken pw/pote! monogenh\j Qeo\j o( w)/n ei)j to/n ko/lpon tou= patròj e)kei=noj e)chgh/sato (Jo 1.18).
Ah,
mas também não se esqueçam de levar seus Novos Testamentos: o Interlinear, caso
queiram; mas é preciso que cada um tenha em mãos o seu The Greek New
Testament, quarta edição. Até lá, gente!
Ah, mas também não se esqueçam de levar seus Novos Testamentos: o Interlinear, caso queiram; mas é preciso que cada um tenha em mãos o seu The Greek New Testament, quarta edição. Até lá, gente!
Tarefas para a aula desta terça:
1. Leitura da resenha The Greek New Testament, escrita por Augustus Nicodemus Lopes na Revista Fides Reformata, a ser discutida naquele encontro;
2. Tradução e denominação do texto neotestamentário em grego João 1.1.
10 de julho de 2012
ORTODOXIA,
por Dilson Ferreira Soares
No Ocidente a teologia
protestante e católica é influenciada por Agostinho, já no Oriente, a teologia
ou o cristianismo chamado de Ortodoxia apoia-se nos pais gregos, especialmente
Atanásio e os capadócios (Basílio, o Grande, Gregório de Nazianzo e Gregório de
Nissa). (SAWYER, 2009, p.
261).
A história da ortodoxia é datada de 16 de
Junho de 1054, quando o cardeal Humberto, representante do papa Leão IX,
excomunga o patriarca de Constantinopla, Miguel Celulário, rompendo assim as
igrejas do Oriente com as do Ocidente (SAWYER, 2009, p. 261), ficou conhecida
como o Grande Cisma.
Das questões teológicas, as razões para
separação destaca-se a expressão filioque,
a diferenciação das línguas (latim no Ocidente e Grego no Oriente), ambiente
políticos muito diferentes. Enquanto que no Ocidente os lideres exerciam, quase
sempre, a liderança política dominante, no Oriente, a Igreja era aliada muito
próxima do imperador e do Estado.
A natureza e a metodologia do pensamento
teológico no Oriente, toma uma direção mais personalista, tradicional,
conservadora, refletindo a herança dos pais gregos. (SAWYER, 2009, p. 262,3).
Quanto à doutrina de Deus, em si mesmo Ele é
absolutamente transcendente e racionalmente desconhecível, a teologia ortodoxa
é apofática (Gr. Apophasis),
“negação”, (Ex. Deus não é finito), ao dizer o que Deus não é, ela não está
negando o valor de afirmação catafática
(positiva) sobre Deus. (Gr. Kataphasis),
“afirmação” (Ex. Deus é infinito), contudo essas afirmações são verdadeiras num
sentido relativo e não podem adequadamente captar a essência de Deus (SAWYER,
2009, p. 265).
A teologia oriental é profundamente
trinitariana, ao contrário da teologia ocidental, vê a doutrina da Trindade não
como uma abstração teológica, e sim como uma verdade de profunda importância
prática para cada cristão. (p. 266). O filioque (termo latim “e o Filho”), foi
à causa da divisão dogmática entre o Oriente e o Ocidente. (p. 267).
A Igreja Ortodoxa faz uso das imagens,
afirmando que no AT Deus se revela inteiramente transcendente em relação a
qualquer imagem que possa fazer conhecida a sua natureza. (p. 268). O preceito
central na teologia ortodoxa é a noção de que Cristo é a imagem (gr. eikon) do Pai. (p. 269). Faz uso dos
ícones, afirmando que, ao se prostrar diante de ícones e beijá-los ou acender
velas diante deles, o faz não como ídolos, mas como símbolos, estão venerando
não o objeto, mas quem ele representa (p. 271).
Em relação às Escrituras, tradição e
testemunho do Espírito, o Ocidente localiza a autoridade na objetiva palavra de
Deus escrita, no Oriente a autoridade é vista como interna e pneumática,
dogmática e externa. (SAWYER, 2009, p. 276).
BIBLIOGRAFIA:
SAWYER, M. James. Uma introdução à teologia: das
questões preliminares, da vocação e do labor teológico. São Paulo: Vida, 2009.
p. 261-279.
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